Houve um tempo que os sentimentos dele eram como jogos infantis, onde risos e choros faziam parte do pique e do esconde-esconde. Ele, como ninguém, soube aproveitar esse tempo com brincadeiras e amizades sinceras e ingênuas e meninas à sorrir com seu jeito esperto e engraçado de viver.
Hoje seria dia de se encontrar com ela, fazer o tradicional passeio na pracinha e depois ir à sorveteria até escurecer, quando ele a levaria para casa e logo seguiria para a sua e deitaria na cama, pegaria a caneta e o caderno na mesinha ao lado e começaria a escrever seus diários textos.
Algo nesse dia lhe parecia diferente. Depois de escrever a terceira linha, ele se da conta de que as duas anteriores, pela primeira vez, estavam vinculadas a ela. Ele realmente estava apaixonado.
Ela, ao chegar em casa, tomava banho e esperava a chegada das amigas para as conversas e fofocas da semana. Era quase que inevitável assuntos relacionados à meninos. Entre risadas, surgiu uma voz que dizia de um novo garoto da cidade, bonito e rico que estaria interessado nela.
Nessa mesma noite, quando as amigas já haviam ido e ela encontrava-se deitada, lhe ocorreu o que nunca havia ocorrido... ela acabara de recordar do seu recente sonho com o garoto bonito e rico no qual as amigas falaram. Ela realmente estava apaixonada.
Para ele, hoje seria um novo dia de se encontrar com ela. Mas dessa vez não houve os tradicionais passeios e sorvetes e ele caminhou sozinho até sua casa. Ele continuava apaixonado... sofria e chorava, dormia e acordava, sempre pensando nela e no tempo em que seus sentimentos eram como jogos infantis, onde risos e choros faziam parte do pique e do esconde-esconde. Pensando como aproveitava esse tempo com brincadeiras e amizades sinceras e ingênuas e meninas à sorrir com seu jeito esperto e engraçado de viver.
Tempo esse que o amor era uma utopia!!!
Neto Siqueira
segunda-feira, 6 de abril de 2009
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